O que fazer em Reims: Guia prontinho para um final de semana!

O que fazer em Reims: Guia prontinho para um final de semana!

Planejando visitar a região de champanhe? Não deixe de explorar a cidade de Reims. Além de ser onde estão as principais marcas de champanhe, Reims possui uma grande importância para a história da França. A cerimônia de coroação dos reis franceses era feita na famosa Catedral Notre-Dame de Reims.

Depois da Primeira Guerra Mundial, a cidade foi praticamente refeita pois cerca de 80% da cidade foi destruída. No entanto, há ainda muita coisa para fazer e ver. Por isso fiz uma listinha com os principais lugares a serem visitados.

 

O que ver e visitar em Reims?

Selecionei aqueles lugares que são obrigatórios para uma primeira vez, mesmo que seja um bate-volta de um dia. 😉

 

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CATEDRAL NOTRE-DAME DE REIMS

Construída no século XIII, para substituir uma antiga igreja incendiada, possui um estilo gótico e é uma das mais importantes da França. Como comentei no começo, os reis franceses eram coroados nesta igreja.

Antes de ser bombardeada durante a guerra, a altura da catedral chegava a 139 metros, maior que a Catedral de Chartres que é bem alta. Hoje, depois de passar por uma recuperação, continua alta, mas um pouco menor comprando com a sua versão original.

 

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Seu exterior é rico em detalhes e com mais de duas mil esculturas, lembrando a Notre-Dame de Paris. Seu interior me encantou pelos seus vitrais, alguns com estilo mais moderno, e a luz natural que ilumina a igreja.

Se passar por Reims entre os meses de maio e setembro, não deixe de ver o show de luzes que acontece a noite, do lado de fora da catedral. É mágico!

Endereço: Place du Cardinal Luçon, 51100

 

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PALAIS DU TAU

Colado com a Catedral de Reims, o Palácio de Tau é um local que já foi usado para encontros e festas do rei, hoje guarda objetos usados pela igrejas, estátuas gigantes e demais itens que sobraram da fachada original da catedral. Também preserva relíquias usadas pelos reis, como coroas, manto, entre outros objetos.

Minha sugestão é pegar um audioguia para entender melhor a história do palácio e do seu acervo permanente. Não custa caro e vale a pena!

Endereço: 2 Place du Cardinal Luçon, 51100

Horário: Aberto de terça a domingo, das 9h30 à 12h30 e de 14h à 17h30 (até às 18h30 de maio a setembro)

Ingresso: 8€ + 3€ (audioguia opcional)

 

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CHAPELLE FOUJITA

Situada próximo às instalações da marca de champanhe Mumm, essa pequena capela nos faz viajar pela Ásia, através de uma decoração idealizada por Léonard Foujita.

Apesar de conhecida como Chapelle Foujita, seu nome original é Notre-Dame-de-la-Paix. Construída no estilo neo-românico, seu interior é repleto de afrescos pintados pelo artista japonês que representam várias passagens bíblicas, principalmente da vida de Cristo, com elementos que lembram a arte oriental.

Para quem conhece, Foujita foi um pintor japonês que viveu em Montparnasse durante os famosos “Années folles” (anos loucos) de Paris. Era amigo de vários outros artistas famosos, como Picasso e Renoir, e se destacou pelos seus trabalhos inspirados no estilo japonismo.

Endereço: 33 Rue du Champ de Mars, 51100

Horário: Aberto de quarta a segunda, das 10h às 12h e das 14 h às 18h

 

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CASAS DE CHAMPANHE

Se tiver pouco tempo em Reims, minha dica é fazer pelo menos das mais famosas marcas de champanhe. De preferência, uma que seja reconhecida pela UNESCO como património mundial, pois há uma história por trás da produção da bebida. São elas: Ruinart, Veuve Clicquot, Pommery, Taittinger e G.H. Martel.

De modo geral, independente da marca, você fará uma visita guiada pela suas instalações, conhecer as “crayeres” (túneis embaixo da terra onde são armazenadas as garrafas para envelhecer o vinho espumante) e fazer uma degustação comentada.

Para fazer a visita, basta acessar o site o oficial da marca escolhida e reservar no dia desejado. 🙂

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MONTANHA DE REIMS

A montagne de Reims é uma região mais alta e a mais próxima para quem quer ver as videiras e encontrar pequenos produtos de champanhe. Para fazer esse tipo de passeio, é preciso de um carro.

Para quem estiver sem carro, uma alternativa é fazer um tour em clássico Citroën 2 CV. A empresa Allure Champenoise propõe diversos trajetos que incluem uma volta pela cidade, ida até a montanha com pausa para admirar a vista e degustação de champanhe em um pequeno produtor.

Eu fiz esse passeio e foi super legal, pois durante todo o percurso o casal que faz o tour dava explicações sobre a história da região e do champanhe. Conversar com alguém que é da região faz toda a diferença e você descobre coisas que não estão na web. Por exemplo, eles deram várias dicas de lugares bons e menos “pega-turista” para comer e beber.

Caso tenham interesse no mesmo passeio que eu fiz, deixo o email deles aqui: allure.champenoise@gmail.com

 

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BASÍLICA E MUSEU SAINT-REMI

Um pouco mais simples no quesito ornamentos, se comparada com a Notre Dame, mas possui uma super acústica e uma impressionante luminária em formato de coroa, com 86 velas que simbolizam os anos de vida de Saint Remi (ou São Remígio). Quando visitei, tinha pessoas tocando órgão e pude notar a qualidade do som (e olha que não sou esperta em música rs).

Além da basílica, há o mosteiro Saint-Remi para visitar. Transformado em Museu Saint-Remi, o mosteiro conta a história de Reims desde a pré-história até a Segunda Guerra Mundial.

Endereço: Rue Saint-Julien, 51100

Horário: Basílica de Saint-Remi, aberta todos os dias, das 9h às 19h | Museu Saint-Remi, de terça a domingo das 10h às 12h das 14h às 18h

Bilhetes: 5 € (entrada no museu)

 

ONDE COMER EM REIMS

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Embora seja uma cidade relativamente pequena, há uma certa variedade de bares e restaurantes em Reims. As regiões do Quartier Les Halles du Boulingrin, Place Royale e da Place du Forum são as melhores opções para comer ou beber algo.

♦ Le Clau: um bar grande, com espaço aberto ótimo para um drink ou aperitivo nos dias de sol. Quando chegar, como faça como nos pubs ingleses e vá fazer seu pedido direto no bar pois não há garçons pegando pedido na mesa.

♦ Wine Bar: se você quiser degustar mais champanhes, esse lugar é o ideal. O bar possui várias marcas, conhecidas e locais.

♦ Le Bocal: restaurante de peixe e frutos do mar, dispõe de um serviço um pouco diferente. Ao invés de um menu com fórmulas prontas, eles te dão um livro (tipo um mini catálogo) onde você marca o que deseja provar e eles montam a sua tábua de frutos do mar.

♦ Le Parc Restaurant Les Crayeres: essa é a opção para quem quer comer bem. Com duas estrelas Michelin, o restô Le Parc possui uma decoração clássica francesa e pratos requintados (vá com o bolso preparado hehe). E se caso quiser uma opção mais econômica a sugestão é a brasserie Le Jardin e o bar La Rotonde, ambos com a mesma qualidade do estrelado Le Parc.

 

COMO CHEGAR EM REIMS

◊ Trem: você pega um trem TVG que sai da estação Gare de L’Est e em 45 minutos você estará em Reims. Pertinho!

◊ Carro: uma segunda alternativa é alugar um carro e assim ficar mais livre para visitar não só Reims, mas também a região de champanhe e os pequenos produtores que estão mais afastados do centro da cidade. Para locação de carro, uma sugestão é o site Rentalcars o qual possibilita uma busca das melhores opções.

◊ Excursões: caso não queira nenhuma das opções acima, a empresa Paris City Vision dispões de excursões em grupo, com guia em português. O passeio inclui tour pela cidade de Reims e duas casas de champanhe, Mumm e Gorges Cartier.

◊ Guia em português: se quiser ainda mais comodidade e algo personalizado, recomendo a empresa Gastronomos, do simpático casal Daniel e Karen. No passeio deles inclui: translado de carro, com guia (e sommelier) em português, visita à casas de champanhe reconhecidas como patrimônio da UNESCO e também ver pequenos produtores, e degustar champanhe, claro! Deixo aqui o contato deles: +33 6 23 16 40 05 || email@gastronomos.fr  É só dizer que a Rafa do Vem Comigo indicou que eles te darão uma atenção especial. 😉

 

E aí, ficou com alguma dúvida? Tem algo para acrescentar? Compartilha nos comentários! 😉

Bisous,

Rafa

 

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